quinta-feira, 21 de agosto de 2014




..e estávamos ali, entre o mel dos lábios, contornando
os beijos, tatuados os corpos, entrelaçados e intensos...

...e quase tarde, por tanto umedecidos, constantes em
seus líbidos, não pausaram os pianos, nem os sentidos...

...e nem o tempo calou, nem a valsa parou, vingaram os
corpos, adentraram ao íntimo, o perfume exalado absinto...

...e naquele tempo da poesia, a flor da pele, os girassóis,
os portais, e os arrebóis, alguns pássaros estardalharam...

...e estávamos ali, entre o mel dos lábios, contornando
os beijos, tatuados os corpos, entrelaçados e intensos...

PAMPOETA

Um comentário:

  1. Lindo como sempre... música... poesia... você merece todos os elogios de quem sabe e sente um amor verdadeiro.

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