quarta-feira, 27 de agosto de 2014




Então por acaso, recolhidas às lágrimas no tempo da seca, sem
rumo as chuvas... mas, sem almejar, haveriam novos momentos...

Deitei os meus sentimentos, por luas e sóis, as poesias alçaram
seus voos para outras montanhas, além mares, e sem delineares... 

Foram tempos reclusos, onde as ilhas de mármores estilhaçaram,
onde meu templo, minhas catedrais sentenciaram os calabouços...

E algumas aves de pedra adentraram portais, entre salas de sais,
o valente gritou por desespero, no momento divino o céu se abriu... 

PAMPOETA

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