domingo, 31 de agosto de 2014
E assim... alçam voos os meus versos soltos, mas no silêncio
d'alma para poder ouvir o som do céu... um delinear de rimas,
d'outro lado algumas gaivotas cantam poemas e os declamam
pelos ares e montanhas... e então consigo sentir suas lágrimas...
Nas manhãs as maçãs do amor, e a valsa dos lírios em delírios,
lábios se encontraram, o rio transbordou, bebeu a água do mar...
PAMPOETA
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
..perfume de poema, íntima e úmida, e acesa rosa,
frasco da sedução, e entre o colo, álamos e âmbar...
...entrelaces, intercalar, rio que seduz mar, poemar,
silhueta divina, voz que fascina... ousada, sim felina...
...embriaga em cio, estardalha meu viril... selvagem
e carente... lábios envolventes, por mim repaginada...
...e tantas voltas, tantas valsas, tantas vezes atadas,
lágrimas em sorrisos... tão excitantes e perpetuadas...
...perfume de poema, íntima e úmida, e acesa rosa,
frasco da sedução, e entre o colo, álamos e âmbar...
PAMPOETA
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
...e alguns vales de minh'alma arderam nas despedidas,
mas, foi necessário o tempo do vento naquelas partidas...
...os anos adormeceram ao peito, efeito... pós vendavais,
sentimentos e sentinelas, barco à deriva, prantos no cais...
...tantas cirandas envolvidas, algumas abortadas, outras
paridas, das cantigas coloridas, das valsas estilhaçadas...
...pássaros de outono cantaram pelos parques, e adiante
o céu em giz desenhado no asfalto, e um dia amei por ali...
...e lembranças das janelas em verniz, e daquele chafariz
o íntimo da praça, meus olhos brilham, minha vida passa...
PAMPOETA
Então por acaso, recolhidas às lágrimas no tempo da seca, sem
rumo as chuvas... mas, sem almejar, haveriam novos momentos...
Deitei os meus sentimentos, por luas e sóis, as poesias alçaram
seus voos para outras montanhas, além mares, e sem delineares...
Foram tempos reclusos, onde as ilhas de mármores estilhaçaram,
onde meu templo, minhas catedrais sentenciaram os calabouços...
E algumas aves de pedra adentraram portais, entre salas de sais,
o valente gritou por desespero, no momento divino o céu se abriu...
PAMPOETA
Algo de novo aconteceu... aquele homem de mármore
se fez carne ao amanhecer, renasceu sem envaidecer...
E foram silêncios por vários outonos, tantos contornos,
buscas de um refazer, porém ainda em ilhas, e milhas...
Algumas gaivotas agora em suas voltas, seus sentidos,
e faz do céu o manto em cetins líricos, canta e levanta...
E adormecido em seu templo, seu corpo, seu momento,
algo de novo aconteceu... flor das pedras vingou, teceu...
E descem dos portais, os anjos celestiais, seus dizeres
em pergaminhos... rosas são belas, mas tem espinhos...
Algo de novo aconteceu... aquele homem de mármore
se fez carne ao amanhecer, renasceu sem envaidecer...
PAMPOETA
Então, voltarei nas fotografias no tempo que amar novamente,
e defronte ao mar, naquela vontade de segurar outras mãos...
E serei letra com melodia, saber com sabedoria, e entregarei
soleados as estrelas para anoitecer, e o sol para o meio dia...
E pelas tardes de verão, a bela paixão, serei poesia e verso,
um universo à dois, sim abrirei as portas, adentrarei portais...
Então, voltarei nas fotografias no tempo que amar novamente,
e defronte ao mar, naquela vontade de segurar outras mãos...
PAMPOETA
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
E atravesso dimensões de minh'alma, anoiteço
em cidadelas, em ilhas e nas esquinas... amor...
Amor... por amor eu canto e danço... refaço-me,
repagino-me... alimento a flor da vida e da carne...
Navego pelos mares, em continentes, em luares,
amanheço amante, ardente, recomeço diamante...
Contemplo, formas dos sutras, abusivo e paixão,
criando composições, alargam corpos, emoções...
E atravesso dimensões de minh'alma, anoiteço
em cidadelas, em ilhas e nas esquinas... amor...
PAMPOETA
Eu canto contigo por todos os cantos, seus encantos
no canto daquele pássaro, escorrendo a ave da alma...
Nas cortinas por trás das janelas as mais belas telas
de álamos e flores, dos amantes e dos líricos amores...
E na contemplação da lua, a flor da pele, e ver-te nua,
pupilas dilatam, água na boca, tantas veias exaltadas...
Nosso leito derrama, a fama, a febre, o cio que difama,
acesos, adeptos, rasgados e conceptos, entrelaçados...
O vingo, o estardalho, os florais entre lençóis ardentes,
fincados e famintos, entre o cedro madeira, e o absinto...
Eu canto contigo por todos os cantos, seus encantos
no canto daquele pássaro, escorrendo a ave da alma...
PAMPOETA
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Então absolve-me dessa paixão descabida, onde as rosas
banham-se em lágrimas... e recolha os meus tolos versos...
E minh'alma entre o céu de mármore vagueia na imensidão,
ore por mim nas catedrais de bronze, meus olhos de longe...
O pôr do sol apontou na esquina, e aves de rapina ao chão,
barco daquele quadro à deriva, meu porto em sal, e solidão...
Alguns impertinentes de outras vidas devoram-me em risos,
outros indecisos parecem querer, iluminar-me n'outro salão...
Rasguei... e não tenho mais fotos, e não tenho mais cartas,
tenho sim, a prece de caritas e um anjo da guarda de prata...
PAMPOETA
..e estávamos ali, entre o mel dos lábios, contornando
os beijos, tatuados os corpos, entrelaçados e intensos...
...e quase tarde, por tanto umedecidos, constantes em
seus líbidos, não pausaram os pianos, nem os sentidos...
...e nem o tempo calou, nem a valsa parou, vingaram os
corpos, adentraram ao íntimo, o perfume exalado absinto...
...e naquele tempo da poesia, a flor da pele, os girassóis,
os portais, e os arrebóis, alguns pássaros estardalharam...
...e estávamos ali, entre o mel dos lábios, contornando
os beijos, tatuados os corpos, entrelaçados e intensos...
PAMPOETA
Naquela história amávamos... ambos permissíveis e incontidos...
entre os desejos à flor da pele... e cantamos todas as canções,
porém ardestes muito amor sobre os olhos da lua, também por
debaixo do sol... lembrar-te-ei nossas tardes úmidas e íntimas...
Naquela história amávamos... ambos permissíveis e incontidos...
PAMPOETA
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
..e ouvistes as vozes das flores por entre jardins e pilastras,
mulheres acústicas, e algumas rústicas entre tantos luares...
...e algumas noites escaldantes, com vinhos e candelabros,
entre notas em florais e algumas donas de tais, aliás no cais...
...e navegastes em tantas ilhas por milhas de tardes outonais,
lidas em sais, entre os delírios dos lírios, por entre os ventres...
...e algumas melodias, lágrimas vermelhas do pássaro noturno,
sentinelas das janelas, soldado do amor entre tantas aquarelas...
...e ouvistes as vozes das flores por entre jardins e pilastras,
mulheres acústicas, e algumas rústicas entre tantos luares...
PAMPOETA
E então, haverás aquele tempo em que tantas palavras
estilhaçadas ao vento, retornarão em mosaicos d'alma,
a calma e calmaria serão retratos das horas de oração...
As páginas do coração esperadas em portões e portais,
entre dias de frios e de sais, mas no íntimo a esperança,
e por quantos dias ali nas capelas, lágrimas derramadas...
Anjos de mármores e algumas aves de cristais estariam
presentes entre as tardes de um céu de chuvas salobras,
mesmo assim a devoção e a fé permaneceu, agora canto...
São sentinelas do novo alvorecer e o tecer de novos lírios,
pelas mãos acenando ao céu aos guardiões da imensidão,
catedrais e vilarejos, vilas e vielas... haverás aquele tempo...
E então, haverás aquele tempo em que tantas palavras
estilhaçadas ao vento, retornarão em mosaicos d'alma,
a calma e calmaria serão retratos das horas de oração...
PAMPOETA
...por tanto e sempre... estaríamos em barcos por ventos opostos,
mesmo que expostos de cara na mesma melodia do amar-te-ei...
...e enquanto naveguei por debaixo do sol, e entre o farol das ilhas,
tortuosos foram minhas esperas em tempos das desembarcações...
...logradouro nas esquinas entre as matinas sem nada acontecer,
tecidos versos e rimas em vão, muralhas estouraram, sol se pôs...
...ainda cantei as premonições em voz do tenor do pássaro valente,
outrora de ontem não distante, porém tinha um anoitecer novamente...
PAMPOETA
...naquela tarde abordei a su'flor, contornada
aos lábios e concepta, e demasiada acrílica...
...linguagem das flores... ali ritual das cores,
naquele tempo o vento... uma orquestra lírica...
...onde o céu deitou-se, e acarinho terna face,
e o orvalho como lágrimas escrito em páginas...
...selaram seus corpos, adentraram as almas,
mas, zelosos e acústicos, porém ininterruptos...
...naquela tarde abordei a su'flor, contornada
aos lábios e concepta, e demasiada acrílica...
PAMPOETA
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
E como o vento não cala, assim também, és o poema em mim,
são versos por amores em cristais ou marfins... voz, minh'alma
que estardalha por amor... pólen e mel... e sedução entre a flor...
E nada cala entre meus portais, vingam os sinos das catedrais,
e ouço pássaros noturnos, em pernoite sussurros dos amantes,
melodias excitantes entoadas entre milhas, lua, nua, suas ilhas...
E como o vento não cala, assim também, és o poema em mim...
PAMPOETA
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Então alguns pássaros agregaram suas doridas
melodias em su'alma, e foi quando em lágrimas
seus olhos inocentes depararam o céu, esboço
daquele homem que transbordou por tanto amar
E adentrou capelas em meados da adolescência
os amores em reticências(...) amou aquele amar,
os mármores em suas íris, na flor da pele o lírico,
amadeirado os prantos, encantos e desencantos
Trafegou as avenidas de vidros em contratempos,
e todos seus ventos em contra-mão e despedidas,
poesias paridas, n'outros outonos versos ao chão,
diamantes a composição, e agora seu íntimo solo
PAMPOETA
E ouço nas noites os pêndulos, nos dias as cotovias
Mares, maresias, aves ao céu, o amor sem beira-mar...
E intercalam as montanhas, o meu silêncio profundo
Alguns minutos, pausa e minhas lágrimas ao mundo...
E minh'alma em segredo, corta o vento como a faca
Um destino pelas flores de pedras e a solitária valsa...
As cortinas são de cores cinza e a parede tem sede
Palavras em multidão não dizem nada, vida castrada...
E tantos álamos enfileirados entre tristonhos girassóis
Desencantos dos valentes nos recantos dos arrebóis...
Naquele rio escorreu a lua, sem face e sem pele, nua
As estradas são de ferro e a estadia do dia, sim crua...
E ouço nas noites os pêndulos, nos dias as cotovias
Mares, maresias, aves ao céu, o amor sem beira-mar...
PAMPOETA
Quase ontem, suas pétalas adentraram meu templo,
naquele tempo suas delícias, tantos florais de outono...
Seda, silhueta seu contorno, meu tesão real adorno,
e pequei olhares entre suas coxas, e dentre colchas...
Suas íntimas janelas, pelas noites arandelas, afoitos,
entre sais e laços, conduzidos, conceptos e acrílicos...
Entre páginas melodiaram, aos cetins lençóis ataram,
violeta abusada e lasciva, seu íntimo o fogo, abrasiva...
E naquela ordem suas lavas, grita em cio pela madeira,
estardalharam ecos pela ladeira, fincados noite inteira...
Quase ontem, suas pétalas adentraram meu templo,
naquele tempo suas delícias, tantos florais de outono...
PAMPOETA
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Pai...
- Você foi o errado mais certo que conheci.
Foi com você e em você que aprendi e cresci.
Você disse coisas para eu fazer, mas você mesmo nunca fez.
Você disse coisas para eu não fazer, mas você fez.
Você me explicou a estrada do mau caminho e com muito zelo em sua grandeza, orientou o bom caminho.
O que um dia não fizeram por você, você dobrou por mim, por nós.
Às vezes em que você errou com certeza Deus lhe perdoou, pois os acertos foram tantos, “Pai”, que levariam anos para contar.
Você foi filho de rua apesar de ter mãe tua.
Você foi indomável... menino de rua, jovem da vida, homem do mundo.
O indomável mais amável que conheci.
Muitas vezes pétalas de rosas perfumaram suas mãos.
Outras várias vezes, os espinhos se transformaram nas mais belas pétalas e cobriram o seu coração.
Você foi o pai que eu queria.
Você foi o pai que eu gostei de ter.
Você atestou um dia, com grande alegria o meu nascer, as coisas são estranhas, mesmo não querendo com muita angustia atestei o seu morrer.
Onde estiver eu nunca largarei de você e com certeza um dia me atestará com alegria novamente e ficaremos de novo juntos dali para sempre.
Meu “Pai” vá com “Deus” e continue olhando por mim, por nós onde estiver independente da distância.
Nunca mude, continue sempre com o seu bom astral um homem do bem não faz o mal.
Um dia quando Deus permitir venha me buscar, pois irei com você a qualquer hora e lugar.
Obrigado! Por tudo, tudo, tudo, tudo...
Foi válido, nada, nada foi em vão, você mora no meu coração.
Um dia caminharemos de novo juntos e novamente eu quero aprender com você.
Pai... eu te amei
Eu te amo
Sempre te amarei.
Obrigado, por tudo.
Obrigado, pela minha vida.
Obrigado, por ter me dado honra de ser seu filho.
E, nunca se esqueça, do que eu te pedi, me espere um dia e eu vou com você.
PAULO MORAES ( PAMPOETA )
sábado, 9 de agosto de 2014
...melodiaram os prantos em meio aos cantos,
na ânsia de viver e ser feliz... como que água de
chafariz as lágrimas entre aqueles dias de sóis...
...estávamos em bancos de pedras ali defronte,
alguns lírios testemunharam as aves das voltas
desencadearam seus finais, os últimos valentes...
...e dizem que homem não chora, digo que sim
quando a cor do amor és o vermelho do sangue,
os versos foram paridos no ventre dos amantes...
... e por tantas janelas pousaram aves e almas,
algumas cirandas ainda giram pelas saudades,
naquelas cidades outras fotografias espalhadas...
...melodiaram os prantos em meio aos cantos,
na ânsia de viver e ser feliz... como que água de
chafariz as lágrimas entre aqueles dias de sóis...
PAMPOETA
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
...ali adepta, concepta entre álamos e mármores
e meu cedro envernizado... e firmada ao rústico,
teu cio em acústico... por dentro vitrais virginais...
...encanta o seu canto, suas lágrimas e prantos,
águas temperadas entre as coxas diamantadas,
naquela flor de pele que rele, rasga e estardalha...
...ouço suas aves d´alma entre hinos de capelas,
cristais e arandelas, seu culto íntimo e absoluto...
PAMPOETA
...alguns pássaros e almas debandaram em silêncio,
abandonaram as catedrais de pedras, porém preciso
e decisivos... alçariam outros elos, e outros amores,
outras flores de vidros, e outros portais de cristais...
...porém não foram inconsequentes, mas desejavam
amar... além de tudo, e além do mar !!!
PAMPOETA
terça-feira, 5 de agosto de 2014
E quero-te como gaivota em alma,
que cantas em meu céu por prazer...
E quero-te em leito, e repagina-la,
aves... amar-te-ei entre mármores...
E quero-te em meu barco e ilhados
seremos naúfragos em dez desejos...
E quero-te em minh'alma e melodia,
luz do dia, imensidão, mel e beijos...
E quero-te amar além mar ao calar,
ao calor da linda noite em pernoite...
E quero-te como gaivota em alma,
que cantas em meu céu por prazer...
PAMPOETA
...momentos de entrelaces das almas,
mas à flor da carne o fogo, e o calafrio...
...ali despindo desejos, e sorvendo os
seus beijos, deliciosamente em seda...
...entranhas acesas, acústico, rústico
cedro que rega-te, e alarga-te as ilhas...
...um rio naquele mar, um grito o rajar,
o céu em lilás, e aliás o todo o mundo...
...conceptos, lícitos entre os acrílicos,
amantes atados, tão amados e líricos...
...estremecem suas catedrais os lírios
em sais, e lavas derramam e difamam...
...momentos de entrelaces das almas,
mas à flor da carne o fogo, e o calafrio...
PAMPOETA
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Bom Dia ao Deus Supremo e a Luz Divinal !!!
Bom Dia aos encarregados da paz astral !!!
Bom Dia aos anjos e aos mentores espirituais !!!
Bom Dia aos santos e aos pastores celestiais !!!
Bom Dia aos sacros e sacristias as mais alegrias !!!
Bom Dia ao sol, ao ar, as flores e aos pássaros !!!
Bom Dia aos jovens, aos velhos e aos pequeninos !!!
Bom Dia as catedrais, aos vitrais, as casas, aos casebres e barracos !!!
Bom Dia aos sinos das igrejas, aos padres e aos cristãos !!!
Bom Dia aos evangélicos, aos angélicos e aos espiritas !!!
Bom Dia aos leiteiros, jornaleiros, carroceiros e dentistas !!!
Bom Dia aos artistas, poetas, carpinteiros e verdureiros !!!
Bom Dia aos enfermos, aos andarilhos e aos desamparados !!!
Bom Dia aos músicos, aos compositores e aos alcoólatras !!!
Bom Dia aos psicólogos, aos sociólogos e aos catadores de latinhas !!!
Bom Dia aos desempregados, aos transviados e as prostitutas !!!
Bom Dia aos empresários, aos comerciários, e aos detentos !!!
Bom Dia aos albergados, aos flagelados e aos executivos !!!
Bom Dia aos entregadores de cartas e aos guardadores de carros !!!
Bom Dia aos mestres, aos campestres e aos cooperativados !!!
Bom Dia aos condutores de caminhões e aos seringueiros !!!
Bom Dia aos benfeitores, aos lavradores e aos cirurgiões !!!
Bom Dia aos atletas, aos profetas e aos desacreditados !!!
Bom Dia aos bombeiros, aos policiais e aos vendedores !!!
Bom Dia aos latinos-americanos, aos africanos e aos europeus !!!
Bom Dia aos japoneses, aos chineses e aos islamitas e iraquianos !!!
Bom Dia aos brasileiros, aos baianos, aos paulistas e aos goianos !!!
Bom Dia aos que amam, aos que não amam e aos seres pacíficos !!!
Bom Dia aos orquidários, aos canários, aos beija-flores e sábias !!!
Bom Dia aos Bem -te-vis, aos pardais, aos roseirais e as florattas !!!
Bom Dia aos riachos, aos rios , aos mares e aos oceanos !!!
Bom Dia aos homens banqueiros e aos homens moradores de bancos !!!
Bom Dia aos teus filhos, aos meus filhos e aos filhos das ruas !!!
Bom Dia aos depressivos, aos autistas, aos doutores do sorriso !!!
Bom Dia aos arvoredos, aos flamboyants e aos Joãos de Barros !!!
Bom Dia aos pedreiros, aos serralheiros, aos aventureiros !!!
Bom Dia aos seus pais, aos meus pais e aos irmãos do mundo !!!
Bom Dia aos seus, aos meus e aos que não tenham ninguém !!!
Bom Dia aos amores, aos sonhadores e aos desacreditados !!!
Bom Dia aos sóis, aos arrebóis e aos pássaros cantadores !!!
Bom Dia aos louvores, aos conciliadores e aos servos iluminados !!!
Bom Dia aos humildes, aos solidários e aos valentes de causa !!!
Bom Dia aos soldados dos ministérios guardas das santas almas !!!
Bom Dia aos trombetistas das auroras arcanjos dos amanhãs !!!
Bom Dia aos corpos celestiais comando de ordens da vila éden !!!
Bom Dia aos cantos de todo universo e aos versos do imenso todo !!!
Bom Dia Senhor !!! Bom Dia Criador !!! Bom Dia Dono do mundo !!!
PAMPOETA
Gregorian - the moment of peace
Desencadeiam os momentos mágicos,
e desfaço-me das celas e das pedras...
Olho a imensidão, vejo as montanhas
de mármore, de novo o pássaro azul...
Logo cantar onde o amor esteja livre,
e minh'alma em versos de diamantes...
Uma libertação, um grito na alvorada,
e somente os valentes recompõe-se...
E ouço os cantos naquelas catedrais,
entre as portas os hinos gregorianos...
Por entre os portais do céu, pilastras,
mosaícos da minha vida, encanto-me...
Tantas estradas, tantos desencantos,
mas, por agora recolhidos os prantos...
Dentre horas de chorar, por ali chorei,
engoli todas as minhas lágrimas, voei...
E refaço-me entre muralhas e páginas,
e desfaço-me das celas e das pedras...
PAMPOETA
AMOR DIVINO!!!.wmv
AMOR DIVINO
Um amor tem um começo...
O desfecho vai se aflorar...
Tem que ser planta regada...
Muito amada para crescer...
Tem que ser de gesto doce...
Rosa que lhe trouxe...
Sem data para falar...
Falar que te amo sobre todo plano...
Plano de ser feliz...
O sorriso desarma uma desavença...
Tudo compensa por amor...
Como é bom acordar ao lado...
Do lindo e belo ser amado...
Lembrar sorrindo de uma noite passada...
Momentos de amor e entrelaces...
No leito, ninho de borboletas...
Sonhos com violetas...
Um fundo de violino...
Romance com dom divino...
E, Deus para abençoar...
Autor: PAMPOETA
Interpretação: Rosangela Oliveira
AMOR DIVINO!!!.wmv
AMOR DIVINO
Um amor tem um começo...
O desfecho vai se aflorar...
Tem que ser planta regada...
Muito amada para crescer...
Tem que ser de gesto doce...
Rosa que lhe trouxe...
Sem data para falar...
Falar que te amo sobre todo plano...
Plano de ser feliz...
O sorriso desarma uma desavença...
Tudo compensa por amor...
Como é bom acordar ao lado...
Do lindo e belo ser amado...
Lembrar sorrindo de uma noite passada...
Momentos de amor e entrelaces...
No leito, ninho de borboletas...
Sonhos com violetas...
Um fundo de violino...
Romance com dom divino...
E, Deus para abençoar...
Autor: PAMPOETA
Interpretação: Rosangela Oliveira
Assim... pelas janelas a magia daquele que seria
as páginas de uma saudade, o trem que recolhia
sonhos e tantas almas, sorrisos de tantos anjos
Seus dormentes e adormecidos, pelas paisagens
imagens cultuadas no íntimo em lágrimas do ser
Como esquecer os trilhos, as casas e alvenarias,
seis horas Ave Maria, a estação, o céu e o trem
E folheando aquele jornal, lembro-me do homem,
mais um passageiro do tempo, do momento em
que as horas eram senhoras das linhas daquele
Assim... pelas janelas a magia daquele que seria
as páginas de uma saudade, o trem que recolhia...
PAMPOETA
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
E tão logo ao entardeceres, ouço aquela melodia
da ausência, entre meus cálices, os licores azuis...
Revolta a gaivota ao céu, e dez violinos de cedro
chorando por alamedas, compondo as labaredas...
Páginas e lágrimas, lembro quintais dos outonos
onde o verso despia em colo a rima... obra-prima...
Das catedrais de mármores levantam lembranças
fatos e fotografias, e tardes daquelas esperanças...
Os álamos agora serão quadros, emoldurados em
paredes de cores frias, notas ocultas às ventanias...
E tão logo ao entardeceres, ouço aquela melodia
da ausência, entre meus cálices, os licores azuis...
PAMPOETA
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