domingo, 27 de julho de 2014




E seu perfume de zingara em alma
Contidas ainda, as relidas, o corpo... 
Cadenciados os jardins dormentes
Primaveris, asas de pétalas e aves

Cantei alto, e retornando muralhas
Mas, ainda a essência e sentinelas
Aquarela das íris, do arco em cores
Das flores e cristais seus louvores

Catedrais, lírios, passos e rastros
Marcadas as páginas dos tempos
Os lamentos acústicos, sentença 
E recompensa lua daquele amor

E seu perfume de zingara em alma
Contidas ainda, as relidas, o corpo... 

PAMPOETA



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Total de visualizações de página