sábado, 5 de setembro de 2015







...alguns versos ocultos em almas de amor,
adormeceram na lua de prata... cintilantes...

...vozes das noites... seus delírios... anjos
das fronteiras... o céu... zingara perfumada...


...inocente e sem razão a mulher que não
quis chorar... mas, chorou ao amanhecer...

...álamos e rio... um poema de lágrimas e
uma rosa seca dentro de um livro sem fim...

PAMPOETA


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Total de visualizações de página