domingo, 12 de outubro de 2014



Então faço poesia de ti... versos e inversos até o final do pôr do sol...
Refaço-te no corpo as rimas... as ilhas, o céu, o mar e o viril prazer...
Percorro seus olhos diamantes... almas seladas e atadas, amantes...
E alargo o seu íntimo, rego su' flor... entre horas e auroras, o amor...


PAMPOETA

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